Olá, amigos! Tudo bem?!
Espero que tenham tido uma semana muito proveitosa! Sei que ela pode ter sido um pouco agitada, tumultuada… mas já passou! Quer dizer… espero que tenha passado!rsrs Essas eleições foram bem tensas. Aliás, desde que me conheço por gente, nunca vi uma disputa tão “quente”, vamos assim dizer! De todo modo, a esperança é que o resultado seja bom para todo mundo, que dias melhores nos venham. Que todos nós, prós e contras, sejamos governados para o bem comum, em favor de todos. Não adianta discursar em favor da democracia se ficarmos torcendo para que o adversário vitorioso se dê mal. Isso seria prejuízo para a nação inteira! O sensato, agora, é torcer para que tudo caminhe para o melhor cenário possível!
Apesar da torcida para que esse período passasse logo, o assunto ainda ficará por uns dias na nossa cabeça, nas nossas conversas, especialmente, nas redes sociais. Sim, para muitos, ainda é um cenário de incertezas. Mas convenhamos: nossa vida é feita de certezas?! Pelo que me consta a ÚNICA certeza que temos é a morte. Do mais… todas as preocupações são exageradas, desnecessárias. E não sou eu quem está dizendo. Isso é (realmente) bíblico. (Sl 55,22); (Lc 12, 22-26); (Mt 6, 28-30), e muitos outros.
Se pararmos para analisar o que nos cerca, veremos que é tudo tão mais simples do que parece. Claro que temos nossas responsabilidades, nossas obrigações. No entanto, quando as realizamos, cumprimos nossa parte, tudo fica bem. Estou mentindo? O que nos aflige são as coisas criadas por nós mesmos.
A “necessidade” de ter um carro do ano, tem uma roupa da moda, jantar num restaurante sofisticado, tem um smartphone de última geração, nos escraviza. Nos cega para o que realmente precisamos. Aprendi à duras penas que o QUERER é bem diferente de PRECISAR!
Quando nos damos conta que a vida é bem mais simples do que a forma como a vivemos, toda nossa forma de enxergar as coisas muda. Me pego lembrando do meu tempo de criança, vendo fotos daquela época, como nesta foto do meu sobrinho, brincando com brinquedos simples. Meus pais não tinham condições de nos dar brinquedos caros. Brincávamos com o pouco que tínhamos. Me lembro de um cavalinho de madeira que me pai fez pra mim… o quanto brinquei com aquilo! Brinquedos que por muitos anos nos serviram. Quanto cuidávamos deles, pois saíamos que de onde “saíram” aqueles, dificilmente, tão cedo, viriam outros! Claro que tinha vontade de ter os brinquedos que os amigos “mais abastados” tinham, óbvio, eu era criança! Mas não me fizeram falta! Como eu era feliz com tão pouco!
Hoje, já na vida adulta, depois de ter “sofrido” com falta de coisas que eu “queria” (mas não precisava), ter me martirizado tantas vezes por não conseguir ter as coisas que “queria” (mas não precisava), me pego com o mesmo pensamento de quando era criança: de ser feliz com o que tenho! Como que Deus me dá!
E Deus me deu um grande presente com o Saggio Essenza. É onde posso ver e exercitar a vida simples, enxergar que o menos é mais. Onde a simplicidade toma o lugar do exagerado; que o pequeno se torna grande, o esquecido vem à tona, o perdido é encontrado, o desvalorizado tem o seu valor. Onde posso ver mulheres se reencontrando com suas alegrias de crianças, sem medo de expor sua personalidade, sua Essenza.
A realização pessoal, profissional, bens, reconhecimentos… tudo vem por acréscimo. Já vimos tantas histórias de pessoas que tinham tantos bens, tanto dinheiro e não podiam usufruir de nada! Tantas pessoas com tantas posses que morreram sozinha, solitárias mesmo tendo inúmeros empregados à sua volta! Se preocuparam tanto como ter, com as coisas que queriam, que se esqueceram de cultivar e buscar o que precisavam!
Tenho esperança que tudo será melhor, que teremos tudo o que precisamos. Que o medo dará lugar à alegria. Quero mais pra minha vida! Quero mais, mesmo que seja com menos.
Grande abraço!